O arquiteto,  António de Campos

 

 

 

 

 

 

Como arquiteto, tudo começou com a Licenciatura em Arquitetura, na New Jersey Institute of Technology, nos E.U.A, em 1984; entre distinções académicas, nomeações para projeto de semestre e bolsas de estudo para a Inglaterra e Brasil.

 

Depois (e até antes de acabar o curso), houve a colaboração em gabinetes de arquitetura, quer nos Estados Unidos, quer em Portugal. Colaboração que se transformou que se tranformou em associação, e mais tarde em atividade como profissional liberal.

 

As dezenas, senão centenas, de projetos foram de tipologia diferente; desde moradias, blocos de apartamentos, até hotéis, passando por construções comerciais, industriais, desportivas, ou sociais, lares de idosos, pavilhão desportivo, concursos públicos, etc.

 

Houve a participação no Novo Regime do Arrendamento Urbano, como membro de uma Comissão Arbitral Municipal e como técnico de vistorias.

 

Em 1996, a publicação do livro “Fantasiarktura”, explorando a fantasia na arquitetura.

 

Existem também outras atividades que, paralelamente ou não, se desenvolveram, como nas artes plásticas, na poesia, na escrita (romance, contos), na banda desenhada, no ensino.

 

Em destaque, estão os livros publicados:

«Perplexidades Sonoras» em 1998, sobre poesia de sentido de humor leve;

«Amut» em 1999, sobre poesia lírica de temas amorosos;

«O Caminho» em 2013, conto romântico de BD em formato digital, com versões em português, inglês e mirandês;

«Lembrei-me de Ti» em 2013, romance de ficção científica em formato digital, sobre as relações íntimas, a memória, num futuro.

 

Ainda em destaque, as animações realizadas:

Em 2014, animação do conto «O Caminho», com versões em português, inglês e mirandês;

Sobre o soneto de Luís de Camões «Alma minha gentil, que te partiste» em 2014;

Sobre o poema «Jura» em 2014.