ECONOMIA, CRISE e eventual soluções

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Bastava ao estado utilizar as pessoas desempregadas ou a receber o rendimento social de inserção, e organizar empresas públicas que absorvessem essas pessoas. Como numa empresa, normalmente a principal despesa é com os recursos humanos (os salários), estas novas empresas públicas não representariam um grande aumento da já excessiva despesa pública. No arranque desta política, havia só a extra despesa com a absorção de desempregados que já não tivessem qualquer subsídio, e a despesa da composição da empresa, eventualmente com alguma infraestrutura a providenciar. Mas tal situação seria compensada em parte pela riqueza produzida pelas novas empresas públicas.

 

Estas empresas públicas seriam constituídas para as principais necessidades presentes na sociedade, especialmente no setor público, tanto em serviços, como em produtos.  

 

Haverá quem questione o custo de tantas empresas públicas, com a

normalmente baixa produtividade. Seria eventualmente a desgraça total das finanças públicas. Só que, o objetivo eventual destas empresas públicas seria a privatização, com o estado a obter receitas, diminuindo as despesas públicas, sem salários ou subsídios para pagar.

 

Haverá quem diga que nestas empresas privatizadas, a primeira ação, seria o despedimento de uma parte dos trabalhadores, para tornar a empresa mais rentável. Pois bem, esses trabalhadores voltariam para a bolsa de empresas públicas, destinadas a resolver o desemprego. Parte da receita das privatizações destas empresas seria utilizada para o custo da criação de novas empresas. A parte restante das receitas, poderia ser utilizada para as mais variadas necessidades do estado, como a redução da sua gigantesca dívida.

 

Qualquer cidadão que procurasse trabalho, e não encontrasse no setor privado, podia ser empregado nestas empresas públicas. Por outro lado, não havia subsídios, nem de desemprego, nem de rendimento social de inserção. E, os trabalhadores nestas empresas tinham que respeitar as regras nesses empregos, arriscando penalizações óbvias.

 

O resultado final seria um estado sem as despesas de subsídios (desemprego e inserção), com os custos de novas empresas públicas, mas com as receitas que estas empresas produziam mais as receitas da suas privatizações, acabando com o desemprego, e até melhorando as finanças públicas.