JUSTIÇA justa

 
 

 

 

 

e se... a justiça fizesse

mesmo justiça.

 

Quando um criminoso comete um crime, na maioria das vezes,

implica que haja uma vítima, que por norma, sofreu prejuízo. Assim

sendo, uma justiça real tinha como base a compensação da vítima

por parte do criminoso, demorasse o tempo que tivesse de demorar.

Tal situação já acontece, mas é demasiadamente rara e tímida.

 

Após ser julgado, o cidadão que cometeu um determinado crime,

seria alvo de dois grandes objetivos: primeiro ser recuperado para a

sociedade (e não castigado); segundo ser iniciado um processo de

compensação da vítima, caso houvesse vítima, claro.

 

Se um criminoso, por exemplo, partisse uma loja toda como forma

de protesto lúdico; após julgado, o seu rendimento seria em

proporção adequada encaminhado para a compensação da vítima.

Se o criminoso tivesse que ser retirado do convívio da sociedade

durante algum tempo, para proteger a sociedade e recuperar o

infrator; durante essa estadia, realizava trabalho que seria

encaminhado para a compensação e para liquidar as suas despesas

nesse retiro (prisão).

 

Um prejuizo de €1 000, resultaria numa compensação de, €1 000.

Seria um grande incentivo para eventuais infratores, pensarem duas

vezes antes de destruir os bens de terceiros, antes de cometer

qualquer crime, que tenha como resultado o prejuizo de outro

cidadão.

 

Deitar fogo a uma floresta, agredir pessoas, partir equipamento

público por prazer, entre outras atividades criminosas, seriam

encaradas de outra forma.